Qual o papel da educação na vida das sociedade atuais?
Como a educação nas escolas está sendo passada aos alunos?
Como a educação em casa está sendo passada?
Qual o parâmetro de qualidade de educação ideal?
Muitas questões, poucas respostas.
O mundo contemporâneo nos trouxe muitos benefícios, mas com estes benefícios vieram também muitos aspectos negativos, que se instalaram na nossa sociedade de forma que não percebemos o quão mal esses aspectos fizeram às nossas famílias, principalmente no que diz respeito à educação.
Trataremos aqui, não apenas da educação formal ensinada na escola, mas a educação social e também, por que não citar, da educação cultural do sujeito.
Com o decorrer da história, vimos que a educação assumiu papéis de extrema a pouca ou nenhuma importância. Na sociedade contemporânea, onde o conhecimento é valorizado será que a educação tem um papel de importância? Melhor dizendo, será que em plena sociedade do conhecimento, a educação está sendo trabalhada de forma a também valorizar o conhecimento?
Ou será que a educação passada hoje é uma simples forma de gerar (re)produtores de conhecimento?

"Eu tô aqui pra quê?
Será que é pra aprender?
Ou será que é pra sentar, me acomodar e obedecer?"
Estudo Errado - Gabriel, O Pensador
Em meio a tantas discussões, a educação parece ter se tornado apenas um item qualquer. Um item para promoção da imagem de muita gente, seja político, empresário, artista, entre outros. Enquanto uns se preocupam de fato com o desenvolvimento de uma política educacional de qualidade, outros apenas pensam em se promover em cima da questão.
Muito se tem falado em educação neste ano de eleições. Nos horários de propagandas eleitorais, melhor dizendo, nos hilários de propagandas eleitorais, pudemos perceber várias propostas de educação, mas nenhuma que de fato se mostre eficiente.
Em um dos milhões de debate(bocas) que ocorreram no primeiro turno, algo nos chamou atenção. Em determinado momento, não sabemos precisar em qual debate, numa discussão sobre a educação, Marina Silva, candidata do PV, disse a seguinte frase: "É Fácil falar em educação quando não se é analfabeto".
Há algo de verdadeiro nisso, se não tudo, a maioria. A ideia que tentamos mostrar aqui é que parte da população brasileira não tem acesso à educação de qualidade, e enquanto não tivermos governos e uma população, por que não, engajadas com a proposta da melhoria da educação, o país não andará nesse ponto.
Deve-se ter em mente que muitos governos já passaram, e muitos ainda virão, mas cabe à população exigir uma educação de qualidade, que não objetive apenas pela construção de (re)produtores de conhecimento e sim de pessoas que sejam capazes de formular questões e respondê-las, pessoas capazes de produzir conhecimento de qualidade, não só na teoria, mas também na prática.
É necessário que paremos para pensar em como anda o desenvolvimento das políticas educacionais, não apenas no âmbito escolar, mas também no âmbito cultural e social. É necessário que analisemos e trabalhemos para a construção de uma educação que dê importância à quantidade e qualidade do conhecimento adquirido pelo aluno para que ele passe de ano, e não à quantidade de alunos passando de ano para a arrecadação de mais e mais verba para investimento em novas escolas. Devemos pensar primeiro em uma educação de qualidade e não de quantidade.
"Manhê! Tirei um dez na prova
Me dei bem, tirei um cem, e quero ver quem me reprova
Decorei toda lição
Não errei nenhuma questão
Não aprendi nada de bom
Mas tirei dez (boa filhão!)
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei mas não entendi."
Estudo Errado - Gabriel, O Pensador
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