A princípio, o que temos a comentar? Infantilidade? Imaturidade? Diversão? Bullying?
Lendo uma reportagem como essa, voltamos ao post anterior onde citamos o papel da educação na sociedade do conhecimento. Como é possível que, jovens de 17, 18 anos ou mais sejam capazes de realizar tal atividade?
A Universidade Estadual Paulista é uma das mais importantes universidades de São Paulo. Uma instituição pública, e isto já implica possuir um alto grau de conhecimento para passar em um vestibular. A partir dai, já podemos concluir que estudam ai pessoas com alto grau de educação, não só na formação escolar, mas também na formação social.
A princípio é isso o que podemos pensar de alunos que lá estudam, não só lá como em vários outras universidades, sejam elas públicas ou privadas, tomaremos como foco as instituições públicas.
Com base nestes, e em outros acontecimentos que podemos classificar como bullying, encontramos duas questões a serem respondidas: Quem é o diferente, o outro, para mim? Estamos prontos para conviver com o diferente?
Dentro destas questões, cabe a nós pensarmos um pouco no que sustenta a educação nas sociedades atuais. O caráter instrumentalista que as sociedades assumiram diante da educação, e que a vê como um conhecimento que deve ser trabalhado com e para determinado fim gera um mal estar na sociedade que acaba se refletindo na forma de agir das pessoas.
Mais do que um caso de bullying aqui, o que temos é um caso de preconceitos a tudo o que está fora do padrão. Acreditamos que atitudes como estas deixam claro o quão importante para estes jovens é o cumprimento das regras impostas pela sociedade.
Regras que não estão escritas, mas que estão implícitas no comportamento e no convívio social com o grupo de iguais a que esses jovens pertencem.
Dentro destas questões, cabe a nós pensarmos um pouco no que sustenta a educação nas sociedades atuais. O caráter instrumentalista que as sociedades assumiram diante da educação, e que a vê como um conhecimento que deve ser trabalhado com e para determinado fim gera um mal estar na sociedade que acaba se refletindo na forma de agir das pessoas.
Mais do que um caso de bullying aqui, o que temos é um caso de preconceitos a tudo o que está fora do padrão. Acreditamos que atitudes como estas deixam claro o quão importante para estes jovens é o cumprimento das regras impostas pela sociedade.
Regras que não estão escritas, mas que estão implícitas no comportamento e no convívio social com o grupo de iguais a que esses jovens pertencem.
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